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O que fazer quando a coluna trava?

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Problemas de coluna, praticamente todo mundo já teve, tem ou terá. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial ao menos uma vez já teve ou terá algum episódio de dor na coluna vertebral. Mas o que fazer quando a coluna simp...

Problemas de coluna, praticamente todo mundo já teve, tem ou terá. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial ao menos uma vez já teve ou terá algum episódio de dor na coluna vertebral. Mas o que fazer quando a coluna simplesmente trava?

Um especialista deve ser consultado imediatamente

 

“Quando a coluna trava, como se diz popularmente, é sinal de que algo está errado. É um aviso. Um especialista deve ser consultado imediatamente. Muitas vezes, as pessoas buscam a automedicação e acham que o problema está resolvido. Trata-se de um grande erro”, explica o fisiatra Antonio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O Dr. Antonio diz que a primeira dica é manter a calma. Em geral, diz ele, é possível tratar do problema com medicação e fisioterapia, sendo indicado, muitas vezes, acupuntura e protocolos que incluem hidroterapia e RPG, além de pilates terapêutico. Ele acrescenta que o paciente deve se movimentar com responsabilidade, evitando excessos mas também não ficando deitado por dias.

“Em geral, após um episódio agudo, o próprio corpo reage e a dor e inflamação começam a diminuir naturalmente. Isso pode levar dias ou até semanas, por isso é muito importante iniciar logo um tratamento adequado. Somente o especialista poderá dar o diagnóstico e propor o tratamento correto. Volto a dizer que a automedicação é uma dos maiores inimigas da nossa saúde. Procure um especialista tão logo sinta as dores”, afirma ele.


Você quer dormir bem?

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Você é daquelas que acorda com dores no corpo, cansaço, como se não tivesse dormido sequer uma hora de sono?

Pois bem, o problema pode ser o colchão. Duros ou moles demais, não dão a sustentação perfeita para o seu corpo, desalinham a coluna e a musculatura não relaxa. Resultado: noites mal dormidas e cansaço redobrado. Aprenda a escolher o colchão certo e conquiste um sono tranquilo com a orientação do fisiatra e reumatologista do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia, Haim Maleh.

Escolha a dedo

Não basta ir até a loja e escolher o modelo maior e mais caro. Antes de levar o colchão para casa, é preciso conferir se ele está ajustado ao seu peso e altura. No caso de um casal, deve-se calcular com base no peso dos dois. “Solicite ao vendedor a tabela de densidade. Através dela, você vai descobrir qual dos colchões expostos vai se enquadrar perfeitamente na sua relação peso/altura”, explica o médico.

Conforto e segurança

Nada como deitar num colchão bem macio, certo? Errado. Sem a sustentação necessária, com certeza você vai acabar dormindo de maneira inadequada. “O colchão precisa ter molas em seu interior para dar firmeza. O conforto fica por conta do revestimento de espuma”, afirma o fisiatra. Há quem diga que um colchão duro deixa a coluna ereta durante o sono, mas o especialista garante que isso é um pensamento errado: “A pessoa não vai se sentir confortável, vai mudar de posição durante à noite diversas vezes e não vai ter uma boa qualidade de sono. Além disso, a musculatura não relaxa e ela vai acordar com dores. O mesmo vale para os colchonetes”.

Detalhes fundamentais

De seis em seis meses, o colchão precisa ser virado. “Isso garante que a posição que você dorme não cause uma deformidade permanente no colchão. Além de aumentar a vida útil da peça, evita lesões na coluna”, diz o médico. Para uma noite de sono perfeita, o travesseiro também precisa ser bem escolhido. “Procure aqueles com recheio sintético. Os de pena de ganso são muito moles e não acomodam a curvatura da cervical”, garante Maleh.


10 milhões de brasileiros são acometidos pela osteoporose

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil conta, hoje, com dez milhões de pessoas acometidas pela osteoporose. A International Osteoporosis Foundation (IOF), por sua vez, informa que no mundo são mais de 200 milhões de mulheres por...

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil conta, hoje, com dez milhões de pessoas acometidas pela osteoporose. A International Osteoporosis Foundation (IOF), por sua vez, informa que no mundo são mais de 200 milhões de mulheres portadoras da doença, o que causa nove milhões de fraturas anualmente nos cinco continentes, ou seja, uma fratura a cada três segundos. A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) projeta para 2020 um quadro de 140 mil pessoas com fraturas osteoporóticas de quadril ao ano. Hoje, são 121.700 fraturas anuais.

“A osteoporose é uma doença silenciosa. Na maioria dos casos, somente quando ocorre uma fratura a pessoa vai ao médico e descobre ser portadora da doença. Esses números gigantescos de refraturas poderiam ser menores se as pessoas procurassem o médico regularmente e fizessem os exames necessários. A densitometria óssea, por exemplo, é um exame que indica a condição da osteoporose com dez anos de antecedência”, explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat, programa de prevenção da refratura da clínica.

Na maior parte dos casos, a doença aparece na terceira idade

As principais causas da osteoporose, aponta ele, são a deficiência de cálcio, o envelhecimento, a menopausa e doenças autoimunes, entre outras. Na maior parte dos casos, a doença aparece na terceira idade, sendo relacionada ao envelhecimento. Acomete homens e mulheres, mas principalmente nelas: uma em cada três mulheres acima de 45 anos tem osteoporose. De acordo com as estatísticas, a incidência da doença varia de 14% a 29% em mulheres com mais de 50 anos e pode alcançar até 73% em mulheres com mais de 80 anos. Em mulheres com mais de 50 anos, o risco de fratura do colo do fêmur é de 17,5% e da coluna, de 16%. A presença de uma fratura vertebral dobra o risco de futuras fraturas vertebrais.



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